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Exhibition

Caroline Pagès Gallery: Marta Moura - Limite - 7 May 2008 to 13 Sept 2008

Current Exhibition


7 May 2008 to 13 Sept 2008
Mon-Wed 12am-5pm, Thurs-Frid 12am-8pm, Sat. 3-8 pm
Opening reception on May 7 at 10 pm
Caroline Pagès Gallery
Rua Tenente Ferreira Durão, 12 - 1° Dto.
1350-315
Lisbon
Portugal
Europe
p: 351 213873376
m: 351 916795697
f:
w: www.carolinepages.com











Marta Moura, Lixo (colchão), 2008
acrílico s/ tela
150 x 200 cm
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Artists in this exhibition: Marta Moura


Marta Moura
Limite


May 7 – September 13, 2008
Opening reception on Wednesday, May 7 at 10 pm
Guided tour by the artist on Saturday, May 10 at 5 pm

Limite is a word that defines the extent of Marta Moura’ s work in her first individual gallery exhibition. This artistic journey, organized according to the different figurative elements of which it is comprised, is characterized by paintings whose forms vary, assuming a formal dynamic in search of inherent thematic motivations. Her acrylic work alternates between canvas and paper, establishing a dialogue between the subject matter they depict, from bin bags to deformed cars and even a mattress. At the level of the plastic, there is an essential preoccupation with colour, as the illusion of tridimensionality allows us to achieve a closeness to the objects which is also inherent at the physical level. Thus, as they are released into a universe which is common to all and based on our shared experience of the everyday, the works can clearly be identified as experiential icons and consumables of contemporary life whose very existence is governed by the inevitable passing of time.

One of the aspects which has produced a certain continuity in Marta Moura’s work is the idea of speed, something which western societies cultivate as a sign of progress, but through which their own creations
are destroyed. As that which represents the ephemeral, speed is intimately bound up with the precariousness of objects, emotions and senses.

The accelerating rate with which materials deteriorate, the excess of speed built in to cars which makes them collapse and the proliferation of images which invade our senses on a daily basis all fuel the decadence and anxiety generated as a result of these visual and psychological excesses. As a counterbalance to this uncontrolled proliferation and how it is used and imposed on us by the media, the artist imbues her work with the need to deal with the consequences, frequently on a superficial level, assuming the right to make decisions about what she wants to see, to organize these images in her own fashion, even if not all of the works reveal this in a straightforward way.

In 2007, Marta Moura (Lisbon, 1978) finished her Masters in Painting with the University of Lisbon Faculty of Fine Arts (FBAUL), having completed a Degree in Painting at the School of Art and Design (ESAD), Caldas da Rainha in 2002. She was chosen for the 2007 Ariane de Rothschild III Prize for Painting in Lisbon, and took part in the acclaimed group event - Rasura – at the Avenida 211 independent space in Lisbon. In the last few years the artist has shown at various group exhibitions at the Luis Serpa Projectos Gallery in Lisbon. Her work is also represented in the Fundação PLMJ collection in Lisbon.

Rita Santos, April 2008
Caroline Pagès Gallery



Marta Moura
Limite


7 Maio – 7 Junho
Inauguração Quarta-feira, 7 de Maio às 22h

Limite é a palavra que define a extensão do trabalho da artista Marta Moura nesta proposta para a sua primeira exposição individual numa galeria. O percurso expositivo, organizado em núcleos diversificados no que respeita aos elementos figurativos que os compõem, é pautado por pinturas em formatos alternados, assumindo uma dinâmica formal que vai ao encontro das motivações temáticas que lhe são intrínsecas. Os suportes para a sua pintura em acrílico variam entre a tela e o papel, estabelecendo o diálogo entre os materiais onde pontuam, entre outros, sacos de lixo, carros desfeitos e até um colchão. Marcada ao nível de um trabalho plástico em que a preocupação com a cor é essencial, a ilusão de tridimensionalidade permite-nos concretizar uma proximidade para com estes objectos também ela inerente ao plano físico. Neste sentido, ao remeter para um universo que é comum a todos e que reside na partilha do quotidiano, as obras patentes identificam-se como ícones das vivências e consumos da contemporaneidade cujo limite da sua própria existência se encontra relativizado na inevitabilidade do tempo.

Um dos aspectos que tem produzido uma determinada linha de continuidade no trabalho de Marta Moura prende-se, claramente, com a ideia de velocidade, esta que a sociedade ocidental tanto cultiva como expoente de progresso, mas através da qual vê destruídas as suas próprias criações. Agente de efemeridade, a velocidade encontra-se indissociável da precaridade das coisas, das emoções e dos sentidos.

A aceleração da deterioração das matérias, o excesso de velocidade dos carros por esse motivo colapsados, a proliferação das imagens que diariamente invadem as nossas mentes são vectores das decadências e da confusão ansiosamente geradas no contexto destes excessos visuais e psicológicos. Como contrapartida da proliferação desmesurada das imagens, das suas funções e motivações, da imposição dos media e das fontes de comunicação, a artista transpõe para o seu trabalho a aclamada necessidade de extrapolar as consequências dessa utilização, frequentemente remetida para o plano superficial, assumindo o poder da sua escolha e de decisão perante o que quer ver, como que reivindicando para si, e apesar de algumas obras não o revelarem de forma tão óbvia, uma legítima organização pessoal face à desorganização percepcionada do mundo.

Em 2007, Marta Moura (Lisboa, 1978) concluiu o Mestrado em Pintura pela FBAUL, tendo completado já em 2002 a Licenciatura em Pintura na ESAD, Caldas da Raínha. Foi seleccionada para a edição 2007 do III prémio de Pintura Ariane de Rothschild em Lisboa, e participou num reconhecido evento colectivo - Rasura - que teve lugar no espaço Avenida 211, também em Lisboa. Nos últimos anos, a artista tem participado em diversas exposições colectivas na galeria Luis Serpa Projectos em Lisboa. O seu trabalho encontra-se, ainda, incluído na colecção da Fundação PLMJ, em Lisboa.

Rita Santos, Abril de 2008
Caroline Pagès Gallery


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